Assistente de IA para os dados da sua empresa
Um cérebro
com mãos.
Perguntar aos seus dados meio mercado já faz. O BRAIN responde, deixa o dashboard pronto e depois age: distribui a tarefa, dispara o processo que a sua empresa já tem montado e te informa como vai. Vive dentro do seu banco de dados, em modo somente leitura.
-- escrita na hora, não estava salva SELECT d.nome, SUM(v.valor) AS venda FROM vendas v JOIN distribuidores d ON d.id = v.distribuidor_id WHERE d.regiao = 'norte' AND v.data BETWEEN '2026-08-01' AND '2026-08-31' GROUP BY 1 ORDER BY venda DESC;
| Distribuidor | Venda | Var. mês |
|---|---|---|
| Pacífico | S/ 501 400 | −3 % |
| Norte SAC | S/ 412 800 | −31 % |
| Andina EIRL | S/ 298 100 | −24 % |
| Selva | S/ 188 900 | +2 % |
O problema
O número chegou. A reunião aconteceu. E nada mudou.
Quase toda empresa tem dados suficientes para decidir bem. Conseguir o número já não é o problema — isso meio mercado resolve. O problema é a distância entre o número e alguém de fato fazer algo com ele.
Peço o relatório ao João e ele chega no dia seguinteO dado chega depois da decisão.
Temos Power BI, mas só três pessoas usamA ferramenta existe. O acesso, não.
Apresentamos no comitê e ficou por isso mesmoNinguém saiu da sala com uma tarefa.
Quando eu fico sabendo, o mês já fechouSaber tarde custa o mesmo que não saber.
O que ele faz
Responde. Deixa pronto. E põe em movimento.
Quase toda ferramenta para na primeira.
Responde
Você pergunta em português e ele responde: o número, por que aconteceu e a consulta exata que rodou para chegar lá. Sem pedir relatório a ninguém nem esperar até amanhã.
Deixa pronto
O que saiu do chat vira um dashboard que se atualiza sozinho, uma apresentação ou um Excel. Com o anexo técnico, para quem vier discutir.
E põe em movimento HANDS
Manda o relatório toda segunda às sete. Avisa quando o indicador cruza. E dispara o processo que a sua empresa já tem montado, sem ninguém lançar na mão.
Responde
De «quanto vendemos ontem?» até «por que isso está acontecendo conosco?»
O número, agora
Escreve a consulta, executa e responde. Sem relatórios prontos.
- «Quanto vendemos ontem por região?»
- «Como está a cobertura?»
Por que aconteceu
Levanta hipóteses, dispara várias consultas e descarta explicações antes de responder.
- «Por que a região norte caiu?»
- «É preço ou volume?»
O que vai acontecer
Projeta sobre o histórico e declara o nível de confiança.
- «Como vamos fechar o mês?»
- «Vamos bater a cota?»
O que explica
Ordena os fatores por poder explicativo, e diz quais não explicam nada.
- «O que distingue as que crescem?»
O que você não perguntou
Revisa o período e traz o que chama atenção, com o nível de severidade.
- «O que você vê de estranho neste trimestre?»
E o que não está na base
Políticas, manuais e contratos que você carregar, citando a fonte.
- «O que diz a política de descontos?»
Por que confiar no número
Qualquer um te dá um número. Aqui você vê de onde ele saiu.
Um modelo de linguagem escreve qualquer conclusão com total aplomo, e escreve bem. Por isso as análises do BRAIN passam por controles antes de chegarem até você — e ele te mostra os controles, para que você não precise acreditar.
Os efeitos têm que somar
Quando decompõe uma variação, confere se as partes somam o total e reporta o resíduo. Se não reconcilia, ele diz — em vez de espalhar a diferença entre os fatores para fechar a conta.
resíduo S/ 0 · 0,0 %A previsão é conquistada
Vários métodos competem com validação cruzada por blocos, e vence o de menor erro. A comparação é sempre contra uma referência ingênua: se não ganhar dela, a previsão não vale e ele diz isso.
Holt-Winters · MAPE 6,2 % vs 14,8 %Uma análise fraca não é entregue
Cada pipeline exige um mínimo de achados, um mínimo de confiança e certos tipos de conclusão. Se não alcança, replaneja a análise e tenta de novo antes de responder.
tenta de novo, não baixa a réguaCada afirmação tem a sua fonte
As conclusões levam citações, e cada citação abre a consulta ou o documento que a sustenta. Seu analista não precisa acreditar em nada: pode refazer.
[1] … [6] → sql, kpi, documento, webNem tudo merece te interromper
Separa o que observa do que diagnostica e do que considera um alerta. Um achado curioso e um problema urgente não chegam com o mesmo peso.
observação · diagnóstico · alertaE o que não está na sua base
Um diagnóstico pode cruzar os seus dados com os seus documentos, os seus KPIs e contexto externo — câmbio, clima, concorrência — quando a pergunta pedir.
sql · kpi · documentos · web · mcpEntrega
O chat fecha. O dashboard continua lá.
Três formas de guardar. Qual serve depende de quem vai abrir.
A mesma pergunta, no mês que vem
Você salva a consulta com o gráfico, o dono e a versão. No mês seguinte você abre e ela roda de novo contra os dados de hoje, sem que ninguém precise lembrar como era calculada. No produto ele se chama Dive.
Consulta de novo cada vez que alguém abre
Ele não guarda uma foto dos números: pede de novo, e aplica as permissões de quem está olhando. O gerente e o supervisor dele abrem o mesmo painel e veem números diferentes, cada um o seu.
Com o SQL no anexo
Capa, a conclusão com as ressalvas ao lado, um slide por achado e as recomendações ordenadas por prioridade. Atrás vão as consultas, para quem preferir refazer o número a acreditar nele.
HANDS
Saber a tempo não serve de nada se depois ninguém faz nada.
HANDS são as mãos do BRAIN: o que ele pode fazer com um achado, não apenas contar. Agendar o relatório, vigiar o indicador, distribuir a tarefa e disparar o processo que a sua empresa já tem montado.
Ações
O BRAIN não precisa de um conector para cada sistema. Sua empresa já os tem.
O BRAIN não tenta reimplementar os processos que vocês já montaram. Ele os dispara. Se o seu fluxo pede uma aprovação no Teams e espera o gerente decidir, cria a tarefa no Planner, escreve no ERP e avisa quem está na rua — o BRAIN só precisa mandar começar, e com quais dados.
Da conversa ao processo
O que acontece na prática
O BRAIN dispara o processo
Um administrador registra o fluxo uma vez: como se chama, que dados recebe e para onde vai. A partir daí o BRAIN sabe quando usá-lo, e você pede em português.
O processo consulta o BRAIN
Funciona ao contrário também. Um fluxo que já roda para, pergunta e segue conforme a resposta — com as permissões da pessoa em nome de quem ele roda, e nada além.
E os freios, porque isto sai para fora
Como funciona
Cinco passos entre a pergunta e a resposta.
Nenhum deles é um modelo adivinhando. Cada um é um agente com um trabalho concreto, e o resultado inteiro pode ser auditado.
somente leitura, com as credenciais que você forneceu. Os dados não são copiados para lugar nenhum.Onde ele vive
Controle
As quatro perguntas que a TI sempre faz.
O modelo vê como as suas tabelas e colunas se chamam, para poder escrever a consulta. A consulta roda no seu banco e o que volta é o resultado agregado. Nada é copiado.
Três camadas impedem: um validador que rejeita toda escrita, a sessão aberta em modo somente leitura, e a recomendação de conectar com credenciais sem permissão de escrita.
Os filtros de dados são definidos por pessoa e se cruzam: nunca ampliam, sempre restringem. O mesmo bot mostra ao supervisor a região dele e ao gerente todas.
Quem perguntou o quê, qual consulta rodou e o que foi entregue. Auditoria completa e consultável.
O que ainda não faz
Preferimos te contar agora do que no terceiro mês.
Quase nenhuma página de produto tem esta seção. Colocamos porque a alternativa é você descobrir depois de assinar.
Perguntas frequentes
O que nos perguntam antes da demo.
O que é o BRAIN?
O BRAIN é um assistente de inteligência artificial que responde perguntas sobre o banco de dados da sua empresa em linguagem natural. Ele escreve o SQL, executa em modo somente leitura, mostra de onde vem cada número e deixa o dashboard pronto. E, se você pedir, ele age: cria tarefas, dispara os fluxos do Power Automate da sua empresa e avisa no Microsoft Teams. É desenvolvido pela Vida Software.
O que é um bot de consulta de dados?
É um assistente a quem você pergunta sobre os seus dados como perguntaria a um analista —«quanto vendemos em agosto na região norte?»— e que transforma a pergunta em uma consulta ao seu banco, a executa e responde com o número. O que diferencia um do outro é o que acontece depois: se deixa você ver a consulta, se confere o resultado com os dados reais e se pode fazer algo com a resposta. O BRAIN faz as três coisas.
Posso perguntar ao meu banco de dados em linguagem natural, sem saber SQL?
Sim. Você escreve a pergunta como diria numa reunião e o BRAIN escreve a consulta SQL por você. A consulta fica sempre à vista: quem sabe SQL pode revisá-la, e quem não sabe pode passá-la para a equipe de dados validar.
Com quais bancos de dados ele funciona?
Com PostgreSQL, MySQL, Microsoft SQL Server, DuckDB e MotherDuck. Ele se conecta com um usuário somente leitura fornecido por você e consulta o seu banco na hora, em vez de copiá-lo para outro lugar.
É seguro? Ele pode modificar ou apagar meus dados?
Não pode modificá-los. Ele se conecta em modo somente leitura e, além disso, cada consulta passa por um validador que rejeita qualquer instrução que escreva, apague ou altere algo antes de executá-la. As credenciais ficam criptografadas, e cada pessoa vê só o que lhe corresponde: se alguém da região norte pergunta pelas vendas, a resposta vem filtrada para a região norte.
Qual a diferença para o ChatGPT?
O ChatGPT, sozinho, não está conectado ao banco de dados da sua empresa: responde com o que sabe ou com o que você colar. O BRAIN consulta os seus dados ao vivo, cada número vem de uma consulta que você pode ver e repetir, e conhece o seu negócio —seus KPIs, suas regiões, suas marcas— porque você o configura com eles.
Ele substitui o Power BI ou outra ferramenta de BI?
Não, ele complementa. Uma ferramenta de BI mostra os relatórios que alguém desenhou com antecedência; o BRAIN responde a pergunta que surge hoje e que nenhum relatório tem, e a transforma em dashboard se você for fazê-la de novo. E ainda faz o que um relatório não faz: distribuir a tarefa e disparar o processo.
Ele funciona dentro do Microsoft Teams?
Sim. O BRAIN vive como um bot no Teams, onde a sua equipe já trabalha: escrevem para ele no chat e ele responde ali mesmo, com as mesmas regras de acesso da web. Também responde por e-mail a remetentes aprovados, e tem canais para Slack, WhatsApp e Telegram.
Ele pode criar tarefas ou disparar processos?
Sim. Ele cria tarefas no Microsoft To Do, dispara os fluxos do Power Automate que a sua empresa já tem —aprovações, avisos por WhatsApp, e-mails— e publica no Teams. Antes de disparar um processo, mostra exatamente o que vai enviar e espera a sua confirmação. Não escreve diretamente no seu ERP nem no seu CRM: se um fluxo seu faz isso, quem escreve é o fluxo, com as próprias permissões.
O que preciso para começar? É preciso instalar algo?
Não é preciso instalar nada nos seus equipamentos. É preciso um acesso somente leitura ao seu banco de dados e, para aproveitar desde o primeiro dia, dois ou três KPIs que vocês já medem. A demo é feita com os seus próprios dados: vocês nos conectam em modo somente leitura e quem pergunta é você, na frente da sua equipe.
A demo
Trazemos os seus dados, não os nossos.
Uma demo com dados de exemplo não prova nada. Conecte-nos em modo somente leitura a uma base representativa e na reunião você mesmo pergunta, na frente do seu time.